quarta-feira, 3 de julho de 2013

Reunião dia 12 de Julho

FÓRUM REGIONAL DE DEFESA DO DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - SÉ

Convidamos todos a contribuir na construção da luta em defesa da infância e da adolescência!
REUNIÃO
Dia 12 de julho
9horas
Local: Rua Rodolfo Miranda, 249 - próximo ao metrô Armênia


Pauta de reunião
 
  • Seminário de Formação,
  • Ações envolvendo a política de educação
  • Sobre o Projeto de Lei que Altera o ECA ( visa assegurar a convivência de crianças e adolescentes com familiares privados de liberdade)

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Sistema socioeducativo para adolescentes depende de toda a sociedade para funcionar

http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2013/06/sistema-socioeducativo-para-adolescentes-depende-do-conjunto-da-sociedade-para-funcionar-7692.html

Sistema socioeducativo para adolescentes depende de toda a sociedade para funcionar

Precarização de profissionais também converge para afastar as medidas socioeducativas de seu objetivo de ressocialização
por Rodrigo Gomes, da RBA publicado 03/06/2013 08:29, última modificação 03/06/2013 12:40
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cc/imagens usp
Palestra na Fundação Casa de São Paulo
Menores em palestra em unidade da Fundação Casa, de São Paulo. Para maioria da sociedade, internar é 'sumir' com o problema
A RBA publica uma série de reportagens sobre a juventude brasileira. Cinquenta e um milhões de pessoas, ou 37% da população entre 15 e 29 anos, os jovens padecem da falta de políticas públicas específicas. Quando existem, no geral são trabalhadas sob a perspectiva de que o jovem é um problema em potencial, e não o responsável por ideias inovadoras e o ator da conquista de novos direitos.
São Paulo – Distante de conseguir realizar suas principais funções — responsabilizar e reinserir plenamente os adolescentes em conflito com a lei no conjunto social —, as medidas socioeducativas padecem com a pouca estrutura dada pelos governos e a desvalorização dos profissionais. Para os especialistas ouvidos pela RBA, as diretrizes estabelecidas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase) são adequadas, mas, além da questão estrutural, é preciso que a sociedade entenda que o processo de reinserção social é responsabilidade de todos.
“O primeiro passo da ressocialização é o adolescente reconhecer o erro que ele cometeu. Em segundo, elaborar um projeto de vida diferente, para que ele saia da medida socioeducativa com uma nova percepção, um novo caminho a ser traçado. E para isso ele precisa da sociedade. Precisamos entender que ele pagou pelo erro e agora precisa de novas oportunidades.” A definição da conselheira Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) Miriam Maria José explica o entendimento de que essas ações devem ser um processo educativo e de cidadania.
São seis as medidas socioeducativas estabelecidas pelo ECA em 1989: internação e semiliberdade, aplicadas em casos considerados graves ou reincidentes e executadas pelos governos estaduais; Advertência e Reparação de Dano, que se encerram nelas mesmas; Prestação de Serviço à Comunidade e Liberdade Assistida, que são realizadas pelos Centros de Medidas Socioeducativas. No geral esses centros são geridos por organizações não governamentais – no caso da cidade de São Paulo, conveniadas com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (Smads).
A coordenadora do Centro de Medidas Socioeducativas (MSE) do Campo Limpo, na zona sul da capital paulista, Vanessa Bastos, explica que as medidas não têm somente a função de responsabilizar o adolescente. “No caso da liberdade assistida, por exemplo, busca-se garantir todos os direitos que não foram efetivados antes. Inserção na escola, documentos, inscrição em espaços socioculturais para juventude, por exemplo. Além disso, a família é integrada ao processo, para que se fortaleça e atue em conjunto para o jovem sair da situação em que ocorreu o ato infracional”, explica.
Em todos os casos, existe uma série de ações que devem ser realizadas para garantir que o processo de ressocialização se cumpra e os direitos dos adolescentes sejam efetivados. A principal delas é o atendimento multidisciplinar, que produz um diagnóstico da condição psicossocial do adolescente e estabelece um plano de atendimento para que ele saia da situação em que chegou ao ato infracional.
No caso dos centros de medida, esse diagnóstico deve ser realizado pelos profissionais da entidade. Entretanto, a proporção entre educadores e adolescentes torna inviável essa tarefa. Os convênios são firmados para atendimento de 60 até 120 jovens por unidade, com um máximo de 6 a 8 educadores, respectivamente. Hoje existem 51 centros de medida distribuídos na capital, atendendo 6 mil adolescentes, entre 12 e 21 anos, que cumprem medidas em meio aberto.
Para a coordenadora do Centro de Medidas Socioeducativas (MSE) do Grajaú, Raquel Sampaio, o diagnóstico interdisciplinar se torna um mito, porque, com essa proporção, a equipe não consegue se desdobrar para realizar a tarefa. “A avaliação multidisciplinar do adolescente requer tempo e dedicação de diversos profissionais. Mas com a estrutura que temos hoje é impossível, porque temos um número muito alto de adolescentes por técnicos”, explica. O MSE Grajaú, inclusive, está acima da capacidade, com 190 adolescentes atendidos.
Uma das principais diretrizes é que o adolescente seja reinserido na comunidade. Segundo Vanessa, a articulação com a rede local é o que emperra o potencial do atendimento socioeducativo. “Às vezes o território conta com um centro de medidas socioeducativas e tem uma unidade de saúde, um centro de atendimento para idosos, uma escola, um Centro de Referência em Assistência Social, um centro para juventude, entre outros. Nenhum deles quer saber dos adolescentes que cumprem medida. Tem-se uma ideia de que eles vão perturbar a ordem, vão causar problemas. E ninguém quer participar do processo”, lamenta.
Essa situação dificulta o processo de socialização do adolescente. Muitas ações não podem ser executadas no próprio centro, seja por falta de condições, seja porque o ideal é que haja integração comunitária. Medidas de prestação de serviço à comunidade, por exemplo, têm necessariamente de ser realizadas fora do espaço do MSE. Oportunidades em cursos profissionalizantes são raríssimas. E isso atinge outro pilar que faria diferença no sucesso do atendimento. “Muitos adolescentes querem trabalhar, ganhar dinheiro para consumir. Essa é uma perspectiva que é pouco observada”, considera Vanessa.
A presidenta da ONG Ampliar, que há 22 anos dá cursos profissionalizantes a menores carentes, Maria Helena Mauad, tem se preocupado justamente com a questão do trabalho. Ela defende que seja promovida uma mudança no ECA para permitir que os adolescentes trabalhem formalmente a partir dos 14 anos. “Mexer na questão da maioridade não resolve problema nenhum. Todo mundo tem sonho de consumo e o jovem trabalhando poderia destinar uma parte do salário para comprar aquilo que ele quer. O jovem também teria contato com pessoas que vão ajudar na formação pessoal dele”, avalia.
Para ela, o Programa Aprendiz não é eficiente. “Os adolescentes que recebemos reclamam que trabalham o mesmo que um adulto, mas ganham muito menos. Para o empresário também é ruim, pois demanda uma estrutura mais cara do que contratar um funcionário comum, já que o adolescente deve ser acompanhado por um profissional que ensina o trabalho e monitora seu desempenho”, avalia.
Para o secretário de Gestão do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente de Interlagos (Cedeca), Tuto Wehrle, da forma como são executadas hoje, as medidas socioeducativas se tornam terapia ocupacional, e não ressocialização. “Precisamos criar alternativas a essas ofertas que ele encontra e o levam ao ato infracional. Sem isso, é um círculo vicioso: não existem espaços para o adolescente construir seu projeto de vida. Então ele é caçado pelo crime. Depois é inserido em um conjunto de medidas que continuam não oferecendo alternativas. E nada se muda de verdade”, analisa.
Uma das possibilidades para inserir os jovens são os Centros para Crianças e Adolescentes, que atendem crianças entre 6 e 14 anos, e os Centros para a Juventude, que atendem jovens entre 15 e 17 anos. Porém, hoje existem 560 centros desse tipo, para atender a uma população de cerca de 1 milhão de adolescentes entre 12 e 17 anos. Isso sem contar os que estão na faixa de idade entre 6 e 11. Para realizar este atendimento, cada centro precisaria atender, em média, 2 mil crianças e adolescentes.
Para a coordenadora nacional da Pastoral do Menor, Marilene Cruz, aplicar as ações de forma rasa não significa promover a ressocialização. “Não adianta achar que se o menino cumpriu a medida está tudo resolvido. É um equívoco muito grande. De início, ele já vivia uma situação de vulnerabilidade antes e vai continuar a vivê-la após a medida. Alega-se que ele já cumpriu medida e nada adiantou. Realmente, se aplicarmos as medidas desse jeito, como um fim em si mesma, nada vai adiantar”, afirma.
“O jovem tem de ser responsabilizado, tem de entender que errou. O trabalho socioeducativo é para fazê-lo refletir. E isso requer tempo, diálogo e oportunidades. Porque não adianta fazer todo um trabalho no sentido de que ele mude de vida se não houver perspectiva de se construir outro caminho”, considera Raquel.
Um outro problema é a precarização dos profissionais. Embora a formação superior seja requisito básico, os trabalhadores dos centros são contratados como técnicos. “O salário é bem inferior ao seu grau de instrução o que gera insatisfação. Se surge uma oportunidade melhor de trabalho, o profissional vai embora. Hoje nós sofremos uma alta rotatividade, o que prejudica seriamente o trabalho socioeducativo”, avalia Raquel. Além disso, não há formação preparatória para os educadores. “Vão descobrir na prática se têm condições de realizar os atendimentos. E muitos não têm. O trabalho é cheio de realizações e frustrações, pois são histórias de vida complexas”, completa.

Fundação Casa

Atualmente, a fundação tem 9.112 adolescentes internados. Segundo declarou a presidenta do órgão, Berenice Gianella, durante audiência na Assembleia Legislativa de São Paulo em abril, o número não é resultado direto de um aumento da criminalidade entre os jovens. “Como a liberdade assistida no interior não está funcionando adequadamente, o juiz decreta a internação provisória por 45 dias, para 'dar um sustinho', para ver se os adolescentes não voltam à criminalidade. Muitos deles saem logo, o que demonstra que não era preciso a internação. Esta, inclusive, é uma das causas da lotação excessiva em algumas unidades”, explica.
A Fundação Casa afirma que “logo quando chegam, os jovens passam por um diagnóstico polidimensional e são trabalhados de acordo com um plano individual de atendimento”. No entanto, esse diagnóstico só vale enquanto ele está internado. Com o fim da internação, a fundação não realiza qualquer acompanhamento do adolescente. De forma geral, após cumprir medida na Fundação Casa, o adolescente é encaminhado para atendimento em um centro de medida socioeducativa, onde cumpre determinado período de liberdade assistida. Porém, os serviços são executados por esferas de governo diferentes e não há integração das políticas.
De acordo com o secretário de Gestão do Cedeca, Tuto Wehrle, essa falta de diálogo é prejudicial ao processo de ressocialização. “O adolescente é internado e vai cumprir sua responsabilização. Mas quando ele sai não há diálogo com as instituições que vão recebê-lo na medida em meio aberto. Então o processo recomeça do zero. Isso prejudica o jovem, pois quebra a continuidade do trabalho”, avalia. Para ele a integração entre as medidas é fundamental para que as medidas atinjam seu objetivo.
A coordenadora do MSE Grajaú, Raquel, também avalia que é necessário haver diálogo entre a Fundação Casa e os centros de medida. “O adolescente tem uma história de vida e um processo vivenciado na fundação. Hoje não há diálogo entre os equipamentos para trabalhar sobre esse processo. No máximo, recebemos uma planilha com um resumo das atividades realizadas e o tipo de infração cometida”, disse.
Outra questão são as ações realizadas durante a internação. Tanto o ECA quanto o Sinase preconizam atividades escolares, esportivas, culturais e de profissionalização. A Fundação Casa afirma que cumpre integralmente o que está previsto no ECA e no Sinase. “Das 6h às 22h os adolescentes têm uma agenda multiprofissional que inclui atividades de escolarização formal, esporte, cultural, educação profissional, além do atendimento de psicólogos e assistentes sociais”.
Porém, em relação às atividades profissionalizantes, a fundação admite que não tem cursos, mas sim informações sobre carreiras onde os adolescentes terão “o primeiro contato com as profissões, para após a desinternação darem prosseguimento aos estudos na área escolhida”.
A RBA conversou com um jovem que passou pela Fundação Casa no último ano. LNC*, de 18 anos, conta que “o que a gente mais fazia era jogar bola. Mas tinha atividade o dia todo, a gente fazia uns cursos e tinha a escola. Eu não sei ler direito, então não conseguia acompanhar as aulas, nem os cursos. Eu fiz garçom e auxiliar de escritório, mas não deram nenhum diploma, então não serviu para nada”. O processo de internação dele foi de três meses, tempo suficiente para desejar não voltar à Fundação Casa. “Passar pela fundação me fez refletir muito. Não quero ficar preso de novo. É muita tensão”, completa.
A conselheira do Conanda Miriam Maria José afirma que esta situação se repete, para pior, no país inteiro. “Os centros de internação pelo país não deixam nada a desejar aos campos de concentração. São locais onde acontece todo tipo de violação de direitos que você puder imaginar. Eu não conseguiria destacar qualquer um destes locais que possa ser considerado um exemplo de boas práticas”, avalia Miriam.
* Nome preservado a pedido do jovem.

REUNIÃO FÓRUM REGIONAL DE DEFESA DO DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE -SÉ

REUNIÃO FÓRUM REGIONAL DE DEFESA DO DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE -SÉ

  • PAUTA
  • Informes
  • Seminário de formação
  • Ações de articulação
  • Redução Maioridade Penal
DIA 14/6
AS 9HORAS
Local:Pastoral do Menor - Rua Rodolfo Miranda, 249 - proximo ao metrô Armênia

quinta-feira, 2 de maio de 2013

PRÓXIMA REUNIÃO DO FÓRUM REGIONAL DDCA SÉ


 PRÓXIMA REUNIÃO DO FÓRUM REGIONAL DDCA SÉ

Convidamos todos a contribuir na contrução da luta em defesa da infância e da adolescência!

10/05 - SEXTA-FEIRA 
AS 9 HORAS

LOCAL: PROJETO TRAVESSIA - AVENIDA LIBERO BADARÓ, 471 - 19º ANDAR


sábado, 2 de fevereiro de 2013

FÓRUM REGIONAL DE DEFESA DO DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - SÉ

Reunião dia 8/02/2013 - sexta-feira
Horário: 9horas
PROPOSTA DE PAUTA:
1-Informes
2-Comissão Executiva
3- Internação Compulsória
Local:Pastoral do Menor - Rua Rodolfo Miranda, 249 - proximo ao metrô Armênia

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

FÓRUM ESTADUAL DE DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - SP


FÓRUM ESTADUAL DE DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - SP

CONVITE


O Fórum Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de São Paulo- FEDDCA-SP, constituído na década de 80, com o objetivo de atuar na defesa dos direitos da criança e do adolescente, vem, convidar a todos para a reunião com a seguinte Pauta:

01 – Avaliação do Seminário em SP e da Reunião no Rio de Janeiro - Direitos de crianças e adolescentes, Circuito da copa e objetivos do Milênio.
02 – Conselho Consultivo da ABMP
03 – Momento para as regiões
04 – Informes

Local: SINPSI - Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo
Rua Aimberê, 2053, Vila Madalena (próximo ao Metrô)


Data 17/11/2012
Hora: das 09:30 à 13:30

Local – Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo – Sinpsi - Rua Aimberé, 2053 - Vila Madalena - SP (próximo ao Metrô Vila Madalena

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

DENÚNCIA: FUNDAÇÃO CASA/FEBEM UNIDADE JATOBÁ- RAPOSO TAVARES!

DENÚNCIA: FUNDAÇÃO CASA/FEBEM UNIDADE JATOBÁ- RAPOSO TAVARES!
Carta dos adolescentes sobre a situação de violência na unidade

04/11/2012

Nóis adolescente mais uma vez nós se reunimos para relatar o fato ocorrido na unidade jatoba no dia 04/11/12 a noite, alguns adolescentes em um dia de desentendimento com o corpo funcional, mesmo assim tivemos atitude de de tentar resolver da melhor forma possivel, só que os funcionarios só queriam saber de agredir e muitos de nós adolescentes se encontramos machucados com marcas de cadeiradas, cabos de vassouras, rodos , chavão de ferro e de clike de ferro, e o corpo funcional apoiado pelo diretor da unidade estão se recusando a prestar atenção a fazer boletim de agressão fisica e de ameaça psicológicas que estão sendo frequentes na unidade.Eles também se negam a levar os adolescentes machucados para fazer exame de corpo delito.

Por favor nos ajudem, entranto em contato com alguns órgãos publicos, Direitos humanos, conselhos tutelares, fórum.

domingo, 4 de novembro de 2012

REUNIÃO FÓRUM REGIONAL DDCA SÉ

A próxima reunião do Fórum Regional Sé será sexta-feira, 09/11, as 9 horas .
Nos reuniremos na Rua Rodolfo Miranda, 249 - próximo ao metrô Armênia.

convocamos a todos os que acreditam na luta pela juventude a se somar


 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Reuniões FRDDCA-SÉ e Reunião Interforum

AGENDA:

REUNIÃO ORDINÁRIA FORUM REGIONAL DE DEFESA DO DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE -SÉ

forumregionaldca.blogspot.com


Data: 19/10/2012  sexta-feira
Horário: 9h00
Rua Rodolfo Miranda, 249 -  póximo ao metrô Armênia

Proposta de pauta:

1. Informes
2. Organização do Seminário sobre Erotização na sociedade de classes e os reflexos na Infância
3. Organização da Reunião Interforuns Regionais
4. Releitura do Regimento Interno
5. GT articulação 2013

Por que participar?

O Fórum Regional DDCA -Sé é um espaço de articulação, mobilização e de luta em defesa das crianças e dos adolescentes e em defesa de outra sociedade, que seja pautada na igualdade e na liberdade. Serve como espaço de denuncia e de formulação de ações para pressionar/expor os órgãos competentes em relação a prática negligente e opressora que possuem para com o cuidado à infância. É um espaço de formação política e de fortalecimento entre a rede social e os moradores da região central de São Paulo e demais interessados (crianças/adultos, trabalhadores da área da infância ou de outras áreas, desempregados, estudantes, militantes sociais ou não e etc...) em compor e construir essa luta, que não pertence só as pessoas que estão no centro da cidade ou que só trate de demandas desta localidade, mas sim de todas as regiões.
frddca.se@gmail.com




E em 27/10...

REUNIÃO INTERFORUNS REGIONAIS DE DEFESA DO DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE


Companheir@s,

Convidamos a tod@s membros de Fóruns Regionais de Defesa do Direito da Criança e do adolescente da cidade de São Paulo e demais militantes sociais para a segunda reunião Interforuns Regionais a ser realizada em 27/10/2012, as 9h30, na Rua Major Diogo, 834, Bela Vista/SP.

No primeiro momento

, contamos com a presença de integrantes e representantes dos Fóruns Regionais Sé, Butantã e Pinheiros, bem como com a presença de membros do Fórum Estadual DDCA – SP e de militantes sociais e moradores da região central de SP.

Este segundo momento terá como proposta de pauta a construção coletiva de um grande Seminário interforum a fim de ter caráter de formação e articulação à luta pela infância. Também propomos nesta reunião organizar-nos enquanto Fóruns Regionais, elaborando estratégias de atuação conjunta para o fortalecimento da luta em defesa da infância e de uma nova ordem social, pautado na emancipação humana e na igualdade.

Dia: 27/10/2012 – sábado.

Horário: 9h30

Local: Rua Major Diogo, 834 – Bela Vista/SP (travessa da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, na altura da FMU da Brigadeiro).


Esperamos tod@s e contamos com a contribuição para um ampla divulgação,

Fórum Regional DDCA SÉ
Fórum Regional DDCA Butantã
Fórum Regional DDCA Pinheiros

sábado, 13 de outubro de 2012

REUNIÃO INTERFORUNS REGIONAIS DE DEFESA DO DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - SÃO PAULO

REUNIÃO INTERFORUNS REGIONAIS DE DEFESA DO DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - SÃO PAULO

Companheir@s,

Convidamos a tod@s membros de Fóruns Regionais de Defesa do Direito da Criança e do adolescente da cidade de São Paulo e demais militantes sociais para a segunda reunião Interforuns Regionais a ser realizada em 27/10/2012, as 9h30, na Rua Major Diogo, 834, Bela Vista/SP.

No primeiro momento, contamos com a presença de integrantes e representantes dos Fóruns Regionais Sé, Butantã e Pinheiros, bem como com a presença de membros do Fórum Estadual DDCA – SP e de militantes sociais e moradores da região central de SP.

Este segundo momento terá como proposta de pauta a construção coletiva de um grande Seminário interforum a fim de ter caráter de formação e articulação à luta pela infância. Também propomos nesta reunião organizar-nos enquanto Fóruns Regionais, elaborando estratégias de atuação conjunta para o fortalecimento da luta em defesa da infância e de uma nova ordem social, pautado na emancipação humana e na igualdade.

Dia: 27/10/2012 – sábado.

Horário: 9h30

Local: Rua Major Diogo, 834 – Bela Vista/SP (travessa da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, na altura da FMU da Brigadeiro).


Esperamos tod@s e contamos com a contribuição para um ampla divulgação,

Fórum Regional DDCA SÉ
Fórum Regional DDCA Butantã
Fórum Regional DDCA Pinheiros

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Duas meninas são baleadas por policial militar em São Paulo


Edição do dia 28/09/2012
28/09/2012 13h58 - Atualizado em 28/09/2012 14h37

Duas meninas são baleadas por policial militar em São Paulo

As garotas, de 11 e 14 anos, foram atingidas durante uma operação padrão da polícia. Uma foi baleada no olho e a outra no nariz.

José Roberto Burnier São Paulo
Duas garotas, de 11 e 14 anos, foram baleadas por um policial militar na zona sul de São Paulo. Uma foi atingida no olho e a outra no nariz. Elas estavam com mais duas amiguinhas em frente a uma loja.
Os policiais militares abordaram as meninas e colocaram todas encostadas na parede. Quando a menina de 11 anos abriu a porta para comprar detergente para a mãe, um dos policiais abriu fogo. “Eu falei assim: 'moço, eu acabei de sair'. Ele falou: 'passa pra cá você então'. Quando eu ia dar o primeiro passo, veio outro [policial] da viela e atirou na gente”, disse a menina.
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Além dessa menina, que levou um tiro no olho, a de 14 anos foi atingida de raspão no nariz. A mãe de umas delas conta o que viu: “Eu não acreditei na cena que vi. As meninas baleadas, o policial com arma em punho para mim, como se eu fosse uma bandida. Eu coloquei as mãos para cima, assustada, com medo de ser baleada também”.
As meninas contam que foram levadas para o hospital no carro da polícia, sem os pais. “Dentro da viatura eu falava: ‘cadê a minha mãe? Eu quero a minha mãe. Por que vocês machucaram a gente? A gente não fez nada. A gente é inocente’. O moço falou assim: ‘cala a boca. Isso foi só um tirinho de raspão. Isso daí já está resolvido. Foi borracha, isso é borracha. Não vai acontecer nada com vocês. A gente só vai para o hospital para confirmar que está tudo certo’”, relata a vítima.
A Polícia Militar não quis gravar entrevista, mas emitiu uma nota em que lamenta o corrido e diz que os policiais estavam atrás de dois suspeitos em uma moto e que atiraram na direção deles. Segundo a nota, as crianças foram feridas por estilhaços.
Aos olhos do consultor de segurança da TV Globo, Diógenes Lucca, a conclusão é outra. “A ação foi inadequada e imprópria. Antes de um policial fazer um disparo tem que ter muita certeza daquilo que vai atingir como resultado. Tem que identificar, decidir, agir com precisão e levar em consideração os riscos de atingir pessoas inocentes", afirma.
“Ele abaixou pra atirar. Ele abaixou, virou e acertou em mim que eu vi. No ano passado, a gente teve um programa chamado Proerd, que ensinava a gente sobre esses negócios de armas. Mas eles ensinavam que a polícia protegia a gente. Eu nunca ia imaginar que a polícia ia me dar um tiro”, fala uma das meninas.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

REUNIÃO FÓRUM REGIONAL DE DEFESA DO DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE -SÉ PRÓXIMA REUNIÃO 14/09/12 - SEXTA ,às 09:00 Rua Rodolfo Miranda, 249 - próximo ao metrô Armênia Pauta Informes; Repasse e organização reunião Interforuns; Ações de Articulação; Organização do Seminário - (Tema:Erotização da Infância.)


REUNIÃO FÓRUM REGIONAL DE DEFESA DO DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE -SÉ
PRÓXIMA REUNIÃO 
14/09/12 - SEXTA ,às 09:00
Rua Rodolfo Miranda, 249 - próximo ao metrô Armênia
Pauta 
Informes;
Repasse e organização reunião Interforuns;
Ações de Articulação;
Organização do Seminário - (Tema:Erotização da Infância.)

Cortiços: o mercado habitacional de exploração da pobreza

Cortiços: o mercado habitacional de exploração da pobreza

Parece inacreditável a constatação de que os problemas que existiam nos cortiços no início do século 20, conforme estudos e jornais da época, sejam os mesmos dos dias de hoje, como a grande concentração de pessoas em pequenos espaços; um único cômodo como moradia; ambientes com falta de ventilação e iluminação; uso de banheiros coletivos; instalações de esgotos danificados; falta de privacidade; e o fato de comporem um mercado de locação habitacional de alta lucratividade. O artigo é de Luiz Kohara.

A habitação constitui um dos mais graves problemas sociais da cidade de São Paulo. Dentre os inúmeros fatores explicativos estão os baixos salários dos trabalhadores, o alto custo da terra urbanizada e a insuficiência de políticas públicas destinadas às favelas, aos loteamentos precários e, particularmente, aos cortiços. Consequentemente, as condições precárias de moradia têm reflexos perversos na vida das pessoas, pois a habitação é uma das bases fundamentais da estruturação da vida.

A realidade dos cortiços é bastante complexa não apenas por causa do conjunto de situações precárias vividas por seus moradores – basicamente, espaços reduzidos e falta de qualidade de vida –, mas também pelas condições exploratórias dos valores dos aluguéis no acesso a essas moradias.

Parece inacreditável a constatação de que os problemas que existiam nos cortiços no início do século 20, conforme estudos e jornais da época, sejam os mesmos dos dias de hoje. Dentre eles, destacam-se a grande concentração de pessoas em pequenos espaços; um único cômodo como moradia; ambientes com falta de ventilação e iluminação; uso de banheiros coletivos; instalações de esgotos danificados; falta de privacidade; e o fato de comporem um mercado de locação habitacional de alta lucratividade.

Além desses aspectos, os cortiços mantêm as características de estarem, predominantemente, localizados nos bairros centrais da cidade, apresentarem diversas situações de ilegalidades e os seus moradores terem salários insuficientes para acessarem moradias adequadas. Os cortiços, diferentemente das favelas e de outras moradias precárias, quase não são visíveis na paisagem urbana, porque, em geral, são edificações que foram utilizadas como moradias unifamiliares, mas que atualmente abrigam dezenas de famílias. Logicamente, tornam-se visíveis sempre quando há interesse do capital imobiliário na região onde os cortiços estão instalados, porque seus moradores são os primeiros a serem expulsos. Nos últimos 20 anos, somente o Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos acompanhou mais de 200 despejos coletivos de cortiços localizados nos distritos centrais.

Num estudo de 1998 [1] sobre o rendimento obtido nas locações e sublocações de cortiços localizados no bairro da Luz (aqui delimitado pela avenida Tiradentes, rua Mauá e avenida do Estado), pôde-se verificar a grande exploração que se dá no mercado de locação de cortiços, confirmando informações de outras pesquisas que demonstravam que paga-se caro para morar muito mal. Nesse perímetro, foram encontrados 92 imóveis utilizados como cortiços, onde residiam 765 famílias, com o valor médio de locação de R$ 13,2 por m2, valor que representava mais que o dobro que o de moradias unifamiliares com boas condições de habitabilidade localizadas no Centro.

Foi verificado que enquanto no mercado formal o valor mensal do aluguel representava cerca de 0,8% do valor do imóvel, nos cortiços pesquisados o explorador chegava a arrecadar mensalmente até 3,25% do valor do imóvel. O mais grave é que o percentual do rendimento crescia quanto maior fosse a precariedade do cortiço.

Em 2012, passados 14 anos, nova pesquisa [2] na mesma área com os 92 cortiços pesquisados em 1998 verificou que 44 imóveis (48%) deixaram de ser utilizados como cortiços e 48 imóveis (52%) mantiveram esse uso. Além desses, mais 56 imóveis passaram a ser utilizados como cortiços, totalizando 104 cortiços na área, um aumento de 13% em relação a 1998. Verificou-se também um maior adensamento: o número de famílias passou de 765 para 995, um crescimento de 30%. Esse resultado pode ser indicativo de um dos motivos que justifica o crescimento positivo dos distritos centrais, conforme o Censo IBGE 2010, que desde a década de 1980 vinham apresentando taxa negativa de crescimento.

Outros aspectos bastante relevantes encontrados na pesquisa atual são: crescimento da escolarização dos moradores, grande número de famílias de origens paraguaia e boliviana e altos valores cobrados na locação das moradias. É interessante observar que, por causa da irregularidade da documentação dos estrangeiros, o valor da locação é maior para os bolivianos e mais alto ainda para os paraguaios; algumas famílias estrangeiras pagam R$ 700 por pequenos cubículos. Se levarmos em conta o metro quadrado, concluímos que o valor da locação de moradia em cortiços, que em média possuem 12 m², continua sendo o mais alto da cidade de São Paulo.

Vale destacar um aspecto relevante apontado pela pesquisa de 2009 [3]: os resultados escolares apontaram que as crianças moradoras em cortiços possuíam quatro vezes mais chances de serem reprovadas quando comparadas com outros alunos da mesma série. A falta de espaço para dormir adequadamente, a insalubridade das moradias sem janelas, a rotatividade habitacional e a porta de entrada sempre aberta atingem diretamente o desempenho escolar das crianças. Ficou evidente que as condições precárias da moradia eram fatores de limitação para os estudos e geradoras de discriminação e segregação social e, consequentemente, de evasão escolar.

Um aspecto fundamental a ser apontado é que os trabalhadores de baixa renda tornam-se reféns dos exploradores de cortiços na medida em que buscam locais mais favoráveis ao trabalho ou próximos dos benefícios produzidos pela cidade.

Por outro lado, os moradores de cortiços tornaram-se importantes atores sociais quando formaram movimentos para reivindicar o direito à moradia digna no centro da cidade e, principalmente, quando utilizaram a estratégia de ocupar edifícios vazios. Isso porque denunciam a falta de política de habitação de interesse social para as áreas centrais da cidade e expõem as contradições do setor imobiliário, que deixa os imóveis abandonados sem função social aguardando valorização.

Apesar da luta e mobilização empreendidas nos últimos 20 anos, pode-se afirmar que as inúmeras expressões da precariedade das moradias, o comprometimento de grande parcela da renda e a segregação social que sofrem seus moradores são fatores que fazem com que os cortiços sejam um fator para reprodução da pobreza e ampliação da desigualdade social.

[1] KOHARA, Luiz Tokuzi. Rendimentos obtidos na locação e sublocação de cortiços: estudo de casos na área central da cidade de São Paulo. Dissertação de Mestrado. São Paulo: EP USP, 1999.

[2] Pesquisa de Pós-Doutorado FAU/FAPESP de Luiz T. Kohara (em andamento).

[3] KOHARA, Luiz Tokuzi. Relação entre as condições da moradia e o desempenho escolar: estudo com crianças residentes em cortiços. Tese de doutorado. São Paulo: FAU-USP, 2009.

(*) Luiz Kohara é membro do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, engenheiro-urbanista e pós-doutorando FAU/FAPESP.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

REUNIÃO INTERFORUNS

REUNIÃO INTERFORUNS

No dia 1 de setembro, o Forum DCA Sé junto com o representantes do Fórum DCA Butantã, do Fórum Estadual e de membro do Fórum DCA Pinheiros, somados a pessoas da comunidade que estão se aproximando da luta pela infância, se reuniram para discutir os desafios a organização do movimento da infência e juventude.

Propostas foram tiradas e uma nova data para ser estendida a todos companheir@s de todos Fóruns da cidade de SP e demais interessados.

Quando? 27/10/2012 - sábado
As 9h30

Endereço: Rua Major Diogo, 8345 - Bela Vista/ SP(travessa da Av Brigadeiro Luis Antonio, na altura da FMU)

para maiores informações envie um email:
frddca.se@gmail.com

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

NOTA DO FRDDCA-SÉ SOBRE A MORTE DO ADOLESCENTE INTERNO DA FUNDAÇÃO CASA/FEBEM: O ENCARCERAMENTO E A MORTE DA JUVENTUDE NÃO É MERA FATALIDADE!

NOTA DO FRDDCA-SÉ SOBRE A MORTE DO ADOLESCENTE INTERNO DA FUNDAÇÃO CASA/FEBEM: O ENCARCERAMENTO E A MORTE DA JUVENTUDE NÃO É MERA FATALIDADE!

A principal norma que rege a Fundação CASA é o Estatuto daCriança e do Adolescente (Lei Federal n° 8069, de 13 de julho de 1990) que temcomo premissa resgatar juridicamente a cidadania e a atenção prioritária àtodas as crianças e adolescentes, respeitando as normativas internacionais. Noentanto mais uma vez a norma foi quebrada, caracterizando o descaso histórico do Estado burguês para com o público infanto-juvenil, que tem se pautado apenas em estratégias de massacre e de exterminío da população pobre, em específico os/as adolescentes pretos/as e indígenas.


 No dia 20 de agosto de 2012, tivemos mais caso que reflete o descaso do Estado,quando um dos adolescentes internos na Unidade da Fundação Casa/FEBEM do complexo Brás, na tentativa de fuga para se ver livre dos constantes atos de violência praticados por esta instituição, morreu  ao cair do quartoandar da FEBEM.

 Dentre as diversas notícias veículadas nas grandes mídias aFundação CASA não aparece como responsável por mais esse resultado trágico,pelo contrário, é vista ainda como instituição que tenta "reeducar" os jovens.


 Mas sabemos que esta instituição, tendo como respaldo o Governo do estado de São Paulo e todas outras estruturas burguesas ( justiça, mídia, aparatos repressores e etc.),  é protagonista dos constantes processos de tortura aos quais os adolescentes são submetidos.  É de responsabilidade do estado o cuidado com meninas e meninos que estão sob suas instituições. É portanto de responsabilidade do estado a morte do adolescente.


 A morte deste adolescente não pode ser entendida como um mera fatalidade.Devemos denunciar esta instituição e quaisquer outros mecanismos/aparatos burgueses que tem se organizado estrategicamente e politicamente contra a juventude, aprisionando e exterminando de diversas formas. A privação da liberdade representa por si só a morte da nossa juventude e que aponta consequencias de massacre.

O FRDDCA-SÉ se solidariza a família e se mantem na luta em defesa da juventude. Pelo fim do encarceramento contra os adolescentes. Pelo fim dos massacres!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

SP: adolescente morre e funcionário fica ferido em fuga de ex-Febem

SP: adolescente morre e funcionário fica ferido em fuga de ex-Febem
19 de agosto de 2012 09h24 atualizado às 14h00

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI6088269-EI5030,00-Seis+adolescentes+fogem+de+Fundacao+Casa+no+centro+de+SP.html

Um adolescente morreu após cair de um prédio da unidade Brás da Fundação Casa, no centro de São Paulo. De acordo com a instituição, o acidente aconteceu durante uma fuga na noite de ontem, que terminou com um agente ferido e cindo jovens foragidos.
Tudo começou quando os menores infratores voltavam de uma atividade na quadra, por volta das 21h. Segundo a Fundação Casa, nessa hora, seis adolescentes renderam um dos agentes e começaram a fugir. Durante a abordagem, o funcionário da instituição chegou a ser agredido pelos jovens, mas passa bem.
O grupo, então, se dirigiu ao topo do prédio da fundação e, de lá, pularam para um imóvel vizinho. Na manhã deste domingo, a Fundação Casa trabalhava com a hipótese de seis fugas bem sucedidas, mas, por volta das 11h, a entidade informou que um dos jovens acabou caindo no terreno de uma escola que fica ao lado da unidade e acabou morrendo.
Em nota oficial publicada após o episódio, a antiga Febem falou que vai investigar as circunstâncias do episódio e lamentou a morte de um dos internos. Veja a nota na íntegra:
A Corregedoria Geral da Fundação Casa instaurou uma sindicância para apurar o motivo da fuga de seis adolescentes do centro de internação provisório Tocantins do Brás, na noite de ontem (18 de agosto), por volta das 21h. Os jovens estavam sendo levados para os dormitórios após uma atividade esportiva. Eles conseguiram render os funcionários e chegar até o teto do centro e empreenderam fuga. Um funcionário ficou ferido e passa bem.
Sobre a morte do adolescente, a Fundação CASA lamenta o ocorrido e está dando total apoio e assistência aos familiares. Durante a fuga o jovem caiu do quarto andar do prédio e veio à falecer. Neste caso da morte, a Corregedoria da Fundação CASA também abriu uma sindicância e a Policia Civil um inquérito policial.

Creches são desafio para candidatos em SP

0/08/2012 - 05h00

Creches são desafio para candidatos em SP

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DE SÃO PAULO
As principais propostas dos candidatos à Prefeitura de São Paulo para solucionar o problema da falta de vagas em creches apresentam falhas e sofrem críticas de especialistas em educação. Segundo a prefeitura, há 145 mil crianças na fila por uma vaga no município.
A maioria dos candidatos inclui em suas propostas o uso de convênios com a rede particular, instituições filantrópicas, faculdades e outras instituições até que sejam construídas novas unidades.
Soninha (PPS) propõe também criar a bolsa creche --dinheiro para as famílias pagarem escolas particulares.
Mas especialistas criticam o mecanismo. Gabriel Chalita (PMDB) chegou a ser vaiado em evento após fazer a proposta de convênios.
"Em geral, o serviço é de pior qualidade", diz Romualdo Portela, da Faculdade de Educação da USP.

Editoria de Arte/Editoria de Arte
Os candidatos prometem fiscalização para evitar queda na qualidade do serviço.
José Serra (PSDB) pretende seguir a política de seu aliado, o prefeito Gilberto Kassab (PSD), e criar vagas por meio de convênios e uso de recursos estaduais.
Kassab, porém, não conseguiu zerar o déficit de vagas, uma de suas principais promessas ao se eleger.
A campanha tucana e a Secretaria Municipal de Educação argumentam que, desde 2005, o número de vagas mais que triplicou, mas a demanda cresceu em ritmo superior.
Celso Russomanno (PRB) promete zerar o déficit fazendo andares superiores nas creches, com acesso por rampas para não pôr a segurança das crianças em risco.
Mas isso aumenta a oferta de vagas onde já existem creches e deixa alguns locais descobertos, diz o professor de economia da FGV Aloisio Araujo, especialista em educação infantil.
Além disso, a secretaria calcula que as unidades passíveis de verticalização não são suficientes para acabar com as filas.
Russomanno diz que, para solucionar o problema, também vai construir unidades.
Educadores apontam ainda atraso nas obras do ProInfância --programa federal que Fernando Haddad (PT) deve usar para construir escolas-- em cidades em que ele foi implementado.
Procurado, o Ministério da Educação não forneceu dados da execução do programa. A campanha petista diz que a execução das obras é responsabilidade das prefeituras.
Paulinho da Força (PDT) propõe fazer com que as unidades funcionem 24 horas, para pais que trabalham à noite, mas nem ele sabe qual é a demanda pelo serviço e se há estrutura para isso --mesmos problemas apontados por especialistas.
LUIZA BANDEIRA, RODRIGO VIZEU, PAULO GAMA e DIÓGENES CAMPANHA.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

CARTA-CONVITE DO FÓRUM REGIONAL DE DEFESA DO DIREITO DA CRIANÇÃ E DO ADOLESCENTE - REGIÃO SÉ

CARTA-CONVITE DO FÓRUM REGIONAL DE DEFESA DO DIREITO DA CRIANÇÃ E DO ADOLESCENTE - REGIÃO SÉ

AOS FÓRUNS REGIONAIS DDCA /SP,
O Fórum Regional do Direito da Criança e do Adolescente – Sé convida todos e todas trabalhadores/as que compõem os Fórun Regionais DDCA da cidade de São Paulo para uma reunião que tenha como pauta central a rearticulação do movimento da infância e juventude. Para este primeiro momento é preciso que aqueles/as que atuam nos Fóruns Regionais que estão dialoguem sobre as formas de organizar (o movimento) nas regiões especificas e tirem diretrizes de encaminhar e unificar esta luta. A presença de militantes do Fórum Estadual de SP também se faz necessária visto sua importante história e engajamento na luta pela infância
Acreditamos que somente com a organização dos/as trabalhadores/as das mais variadas ocupações sociais e profissionais (setores da saúde, habitação, assistência social, educação, movimentos sociais, grupos culturais, trabalhadores de outras funções, empregados ou desempregados e etc.) é que possamos combater e superar as violações praticadas contra as crianças e os adolescentes.
Contamos com a presença de todos/as!

REUNIÃO DIA 01/09 - SÁBADO
9H30
LOCAL: RUA MAJOR DIOGO, 834 - BELA VISTA (Travessa da Avenida Brigadeiro Luis Antonio, na altura da FMU
 
Fórum Regional de Defesa do Direito da Criança e do Adolescente -Sé
contatos: 3242-3529 ( Alexandra)
973457757 (Camila)

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Reunião Fórum Regional Sé

REUNIÃO FORUM REGIONAL DE DEFESA DO DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE -SÉ
www.forumregionaldcase.blogspot.com.br

10/08/2012 - SEXTA-FEIRA

9h,Local:Pastoral do Menor - Rua Rodolfo Miranda, 249 - proximo ao metrô Armênia

PROPOSTA DE PAUTA

INFORMES
LUTA POR CRECHE
SEMINÁRIOS DE FORMAÇÃO
ARTICULAÇÃO FÓRUNS REGIONAIS

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Lançamento do livro: Cidadãos crianças, cidadãos adolescentes - A construção das políticas públicas nas Conferências Lúdicas

Terça, 31 de Julho de 2012
09:00 até 13:00

...
Rua riachuelo, 268 -proximo ao metro Sé
Debate 22 anos de ECA: desconstrução e impossibilidade de efetivação dos direitos da Criança e do Adolescente no atual contexto e os desafios para supera-lo.

Givanildo M. da Silva(Giva) Expositor

Comentários: Aurea Satomi Fuziwara - Presidente do CRESS na gestão 2007 à 2009 Doutorando em Serviço Social e Irandi Pereira - Conselheira do CONANDA- Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente gestão 1993-1995