domingo, 16 de janeiro de 2011

Divulgando: Reunião Forum do Hiphop

Então você que é do Hip Hop e ou admira venha para reunião para elaboração da Semana de Hip Hop 2011, para o poder público trabalhar em prol do hip hop como está na lei!
Encontro Prédio de Participação e Parceria


Dia 19/01/2011 Horário: 19h00
Rua Libero Badaró, 119 – auditório.
11 82162160 Rapper Pirata
O que é o Forum HipHop?
Temos realizações de três eventos de grande porte, que foram a Semanas de Hip hop, de médio porte que Hip Hop Filmes, três audiências públicas em parceria com Comissão de Juventude da Camara Municipal SP, entre outras ações que sempre tem o foco baseado em oito eixos:1-Difundir o Hip Hop, 2-Elaborar políticas públicas de juventude, 3-Inserir o Hip Hop como tema transversal da educação, 4-Combater a discriminação de gênero, 5-Organizar uma agenda do Hip Hop na cidade, 6-Combater a discriminação racial, 7-Atuar contra a violência policial, 8-Gerar emprego e renda

sábado, 15 de janeiro de 2011

Notícia: Ato contra o aumento da tarifa é reprimido





Ato contra o aumento de tarifa é reprimido
14 de Janeiro de 2011
A terceira manifestação contra o aumento da tarifa de ônibus em São Paulo reuniu cerca de 1000 pessoas e foi duramente reprimida.
Por Passa Palavra

Cerca de 1000 pessoas se reuniram em São Paulo nesta quinta-feira dia 13/01 para protestar contra o aumento de tarifa. Os manifestantes começaram o ato em frente ao Teatro Municipal e pretendiam ir para a Câmara dos Vereadores, onde encerrariam o ato. Após parar na Prefeitura, o ato seguiu pela rua São Bento e pela avenida São João, onde um grande número de pedestres [peões] aderiu ao ato, somando-se ao Movimento Passe Livre (MPL), aos estudantes, trabalhadores, movimentos sociais, partidos políticos e sindicatos presentes.

A polícia desde o início não estava aberta ao diálogo com os manifestantes, ignorando por diversas vezes a responsável do MPL por dialogar com a polícia. Apesar das declarações para a imprensa do responsável pela operação, Tenente Moreira, de que a polícia acompanhava o ato para garantir a segurança dos manifestantes, evitando que estes fossem atropelados, pudemos observar que a truculência da polícia foi a marca da sua ação.

Quando a manifestação chegou na praça da República passou a ocupar todas as faixas da avenida Ipiranga, e então os policiais tentaram empurrar a manifestação para menos faixas. Neste momento começaram a jogar spray de pimenta nos manifestantes e detiveram um deles. Uma parte da manifestação se dispersou pela rua 7 de abril e quando os organizadores conseguiram reagrupar os manifestantes a polícia começou a disparar bombas de estilhaço [1], de gás lacrimogênio e tiros de bala de borracha. (Para ver como foi a repressão assista o vídeo abaixo, feito pelo Latuff)

Já neste momento grande parte do ato se dispersou, enquanto alguns tentavam chegar ao ponto final do ato na Câmera dos Vereadores, o que se mostrou impossível devido à ação policial. A Força Tática [unidade da polícia militar paulista] intensificou a repressão, disparando um grande número de balas de borracha e jogando bombas de estilhaço no meio dos manifestantes, mesmo quando estes se encontravam na calçada [passeio] e não estavam mais “atrapalhando o trânsito”. Mesmo aqueles que não estavam na manifestação sofreram a repressão desmesurada da polícia.

Do total de 30 detidos, apenas o primeiro foi durante a manifestação; todos os outros foram pegos pela Polícia Militar após a dispersão, quando a PM caçava grupos de militantes para agredir ou prender. Vale destacar que o primeiro detido ficou circulando dentro do camburão [carro prisional] e demorou cerca de uma hora para ser levado para a Delegacia de Polícia [esquadra]. O objetivo da polícia não se restringiu a dispersar a manifestação, mas tentavam aterrorizar os manifestantes. Um dos detidos teve as fotos da sua câmera apagadas e diversas pessoas foram forçadas pela polícia a fazer o mesmo; uma das militantes detidas teve vasculhada a agenda de seu celular [telemóvel].

Com o auxílio de quatro advogados, todos os detidos foram liberados antes da meia-noite, sem nenhuma acusação formal. Mas todos tiveram que declarar a ocupação profissional e o endereço para o caso de um futuro desenvolvimento do Boletim do Ocorrência. Apenas três dos manifestantes feridos fizeram denúncia por agressão; o caso mais grave foi de uma moça que tomou um tiro de bala de borracha na cabeça, mas após ser atendida na Santa Casa já está bem.

A agenda de atividades contra o aumento continua. Neste sábado, dia 15, às 15 horas, ocorrerá um debate sobre porque se mobilizar pelo transporte, na rua das Carmelitas 140, próximo à saída do Poupatempo no metrô Sé. Na terça-feira (dia 18/01) está sendo convocado um flash mob contra o aumento dentro do Terminal Bandeira; a ação deverá ocorrer pontualmente às 17h. Aparentemente as ações da polícia não vão intimidar os manifestantes, que estão convocando, para o dia 20/01, às 17 horas, na Praça do Ciclista (Paulista com Consolação), mais uma manifestação contra o aumento, indicando que a luta continua durante o período de férias e anunciando que vai se intensificar com a volta as aulas.

Nota
Ferimento de estilhaço[1] Apesar de geralmente chamadas de “bombas de efeito moral”, optamos por chamá-las de bombas de estilhaço, uma vez que, quando detonadas, em geral lançam estilhaços que causam um dano físico muito maior do que moral.

Notícia: Após Manifestação, audiência pública sobre projeto Nova Luz é cancelada em SP

Após manifestação, audiência pública sobre projeto Nova Luz é cancelada em SP


ANDRÉ MONTEIRODE SÃO PAULO


Após protesto que contou com passeata e fechamento de lojas na região da rua Santa Ifigênia (centro de São Paulo), o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Miguel Bucalem, cancelou na noite desta sexta-feira a audiência pública de apresentação do projeto preliminar de revitalização da região, chamado Nova Luz.


Lojistas do entorno abaixaram as portas e se reuniram por volta das 15h, para protestar contra o projeto, que prevê a demolição de 30% da área conhecida como cracolândia. Os trabalhadores temem ficar desempregados. Acompanhados de carro de som, apitos e nariz de palhaço, eles seguiram em passeata até a Fatec, na avenida Tiradentes, onde ocorreria a audiência pública.



"O objetivo do protesto é mostrar que aqui não é cracolândia. Aqui tem trabalhadores e uma história de mais de 200 anos", afirmou Paulo Garcia, presidente da ACSI (Associação dos Comerciantes da Santa Ifigênia).



Segundo a Polícia Militar, cerca de 1.100 pessoas participaram do início da passeata. Já na Fatec, os manifestantes reivindicavam entrar no auditório para acompanhar a audiência.



Com capacidade para 350 pessoas, o local ficou lotado e muitas pessoas aguardavam do lado de fora. Alertado pela PM sobre a impossibilidade de garantir a segurança se mais pessoas participassem, o secretário decidiu cancelar a audiência.


"Foi motivo de segurança. Despertou interesse muito grande. A gente não podia arriscar a fazer. Vamos remarcar o quanto antes e tentar fazer em um lugar maior", afirmou Bucalem.


O secretário afirma que o andamento do projeto não será prejudicado. "É normal, faz parte do processo democrático. Veio mais gente, aí não pôde fazer [a audiência].



" Os trabalhadores, no entanto, comemoraram. "A gente queria ser ouvido. Eles queriam fazer um projeto desse sem consultar ninguém e perceberam nossa força. Agora vamos participar [da próxima audiência] e queremos ouvir. Somos comerciantes. Primeiro nos oferecem alguma coisa, aí avaliamos se vale a pena. Mas tudo tem que ser feito às portas abertas", afirmou o vice-presidente da ACSI, Luiz Cláudio Vieira.
Carlos Cecconello/Folhapress



Manifestantes protestam contra projeto Nova Luz na região central de São Paulo

Escola de Militantes do Forum Estadual de Defesa dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes

Estão abertas as inscrições para a Escola de Militantes do Forum Estadual !
Envie sua inscrição para fedca-sp@ig.com.br .

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Divulgando: Cursinho popular abre inscrições para extensivo 2011

Cursinho popular abre inscrições para extensivo 2011

O Cursinho Popular da Associação Cultural de Estudantes e Pesquisadores da Universidade de São Paulo (ACEPUSP) está com inscrições abertas para as turmas do Extensivo 2011. O estudante que se inscrever até dia 15 de janeiro pagará a taxa de colaboração sem reajuste.
Para se inscrever é necessário comparecer à secretaria com cópias do CPF, RG, comprovante de residência, 2 fotos 3x4 e pagar a taxa de inscrição no valor de R$ 54 (até dia 15 de janeiro).
O aluno matriculado contribui com uma taxa mensal de valor acessível (parcelas decrescentes que começam a partir de R$101,00 e terminam em R$ 59,00) - valor promocional para novos alunos que se matricularem até dia 15 de janeiro -, que inclui além do material didático (apostilas), participação em aulas extras, plantão de dúvidas e atividades culturais como: grupos de estudos (Gênero e América Latina), aulas de teatro, canto, apresentação de filmes e debates sobre temas atuais, oficina de texto e redação, aulas de reforço de inglês e espanhol e realização de simulados dos principais vestibulares de universidades públicas.
Os estudantes que comprovarem não terem condições de arcar com a taxa mensal de contribuição, podem se candidatar ao programa de bolsas.
As vagas para o extensivo 2011 estão distribuídas nas turmas da manhã, tarde, noite e sábado, com número máximo de 50 alunos por classe.
O Cursinho Popular está localizado na Rua da Consolação, 1909 (próximo à estação Consolação do Metrô). Mais informações sobre matrículas pelo telefone (11) 3258-1436, ou pelo site www.acepusp.org.br/cursinho
Portal Aprendiz

Reunião Fórum Estadual DCA /SP

CONVITE DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO FÓRUM ESTADUAL DE DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE SÃO PAULO NESTE ANO DE 2011.
Pauta09:30 - Pendencia de 2010(devolutiva da ultima reunião do Fórum)
10:30 - Fechamento da Agenda de 2011
11:30 - Toque de Recolher
12:30 - Encaminhamento sobre a M.S.E.


13:00 - Informes

Data: 15/01/2011
Horário: Das 09h30 às 14h00
Local:Sinpsi Rua Aimberé, 2053 - SPReferência: Próximo ao Metro Vila Madalena

Notícia:Meta de atendimento de 50% das crianças em creche está dez anos “atrasada”

Meta de atendimento de 50% das crianças em creche está dez anos “atrasada”

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O projeto de lei que vai criar o novo Plano Nacional de Educação (PNE), enviado pelo Ministério da Educação (MEC) ao Congresso Nacional, prevê que até 2020 o atendimento em creche seja ampliado para 50%. Atualmente, menos de 20% das crianças de 0 a 3 anos estão matriculadas nessa etapa educacional – incluindo instituições públicas e privadas. A oferta de creche, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), é de responsabilidade dos municípios.
Entre 1995 e 2009, o crescimento foi de 0,81 ponto percentual ao ano – era 7,6% e chegou a 18,4%. O PNE anterior, que vigorou entre 2001 e 2010, já previa que o país atendesse a 50% da população de 0 a 3 anos até 2011. “A meta já existia no outro plano, deveria ser cumprida até 2011 e agora passou para 2020. Ou seja, já estamos com dez anos de atraso”, compara o coordenador da Rede Nacional Primeira Infância, Vital Didonet.
O especialista aponta que o atendimento em creche é caro e por isso o aumento das vagas públicas é tão lento. Se o ritmo dos últimos anos for seguido (0,81 ponto percentual ao ano), a meta de 2020 não será cumprida. “A criança pequena precisa de um espaço grande, adequado, não é qualquer local que pode recebê-la, precisamos fugir dessa forma histórica do atendimento em creche. Ainda são necessários profissionais qualificados e materiais próprios para o desenvolvimento infantil”, acrescenta.
O MEC tem hoje dois programas que tentam reverter o cenário deficitário. O Programa Nacional de Reestruturação e Aparelhagem da Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância), criado em 2007, estabelece convênios com os municípios para a construção de unidades de educação infantil. Em três anos, apenas 100 creches das cerca de 2 mil já conveniadas foram finalizadas – cerca de 5%.
A outra frente de ação foi a inclusão da construção de creches na segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). A meta é construir 6 mil creches até 2014. Considerando que a atual população de 0 a 3 anos do país é de cerca de 10 milhões de crianças, para que se garanta a matrícula de 50% desse grupo será preciso chegar a 2020 com 5 milhões de matrículas – quase 3 milhões a mais do que o número atual.
De acordo com a coordenadora de Educação Infantil do MEC, Rita Coelho, os investimentos da União na área são inéditos, considerando o orçamento de anos anteriores. Ela acredita que o apoio do MEC é importante, mas não resolverá todo o problema.
“Não é suficiente porque o apoio da União é suplementar, uma atuação colaboradora. Mas os municípios também precisam ter suas propostas, colocar recursos próprios. Os investimentos precisam ser ampliados e não só na educação infantil”, ressalta. Ela acredita que hoje é “inquestionável” o comprometimento das prefeituras com a expansão dessa etapa educacional.
Além do desafio físico da rede, Rita acredita que outra dificuldade está na construção de uma proposta pedagógica para a educação infantil. “Temos que consolidar na sociedade a educação infantil como a primeira etapa da educação básica, mas também não é uma antecipação da escolaridade, nem assistência social”, diz.Edição: Graça Adjuto